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sábado, 17 de abril de 2010

TEMPESTADES

Não escolhi garoas, mas tormentas,
As devastadoras tempestades.
Não escolhi brisas leves e delicadas,
Mas os mais severos, implacáveis vendavais.
A alma inquieta, sedenta de vida
Percorreu caminhos turbulentos,
Passou por entre rodas de fogo
E os raios fulgurantes dos temporais.
Chamuscou-se quase que inteira,
Espatifou-se nas rochas praianas
E, agora, em frangalhos, só sabe de dor:
Só geme, lamenta, só sabe de dor.

2010

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