Vem, Rosana, pros meus braços:
Tua presença enche meus dias
De sol, música, alegria,
É a canção da alvorada
No peito do teu cantador.
Vem, Rosana, que em teu riso
Vi meus dias de menino.
Vem, Rosana, o céu dos místicos
Vi na paz desses teus olhos,
Na meigura do teu rosto,
No teu cândido falar.
Vem, Rosana, que meu corpo
É luxúria enlouquecida,
É um braseiro, uma fogueira
A querer te consumir.
Vem, Rosana, de mãos dadas
Passear por estas ruas,
Caminhando sob a lua,
Como dois adolescentes.
Vem, Rosana, que teu beijo
É um passeio entre os astros,
Navegar entre as estrelas,
Voar pela imensidão.
1992
Espaço com a predominância do lirismo e com poemas de amor e paixão, mas com versos acerca de temas diversos, como a questão sócio-política, os tipos vistos nas ruas, o poder, as pessoas e seus sentimentos. Manifestações de inconformismo, de amor aos animais, de amor romântico, de sensualidade, de tristeza, de alegria, de humor, além do olhar sobre as coisas do mundo. Contatos pelo e-mail: baraodamata2@gmail.com
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domingo, 30 de setembro de 2007
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