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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

POEMA DE AMOR E MALDIÇÃO

Amar a Terra qual recém-nascido em seu apego à mãe que dá-lhe o peito, num afã e unicidade só encontrada nos amores mais extremos.   Dar aos animais, reconhecidos como irmãos por São Francisco, o amor por eles merecido.  Olhar as matas co'a ternura das mães enternecidas.  Entender que, como nossos filhos pequeninos, os filhotes têm o mais do que sagrado direito aos cuidados das mães tão extremosas. Respeitar as águas como a divindades poderosas, em genuínas atitudes de respeito e reverência... Deixar vivas as serpentes, que só lutam pela vida, nada mais.
Dar ternura e dar cuidados aos cachorros sem abrigo, aos bichanos graciosos, não causar a dor aos pombos.
Ah(!), espíritos das matas e das águas,  protetores dos bichinhos...!   Dai aos que molestam criaturas inocentes os infernos lancinantes.   Lançai sobre os demônios sofrimentos infinitos e a ausência do perdão. Jogai sobre esses torpes vossa fúria mais ardente e vos despi de compaixão... para que todos compreendam o tamanho do pecado de ofender o irmão ingênuo e puro, que nem  sabe suplicar. 

2013 

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